Mostrar mensagens com a etiqueta trabalho. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta trabalho. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 6 de maio de 2011


Cecilia Pinto

Vamos pintar a pinta do i .
Bolinha redondinha
que bonito nariz !
Vamos pintar, com tinta, a pinta do i!

Lamego, 6 de Maio de 2011
Cecilia Sousa Pinto


segunda-feira, 14 de março de 2011

Sophia de Mello Breyner Andersen - Investigação


                                             
        
              Nasceu no Porto, em 6 de Novembro de 1919, numa família aristocrática e de ascendência dinamarquesa. Viveu no Porto até aos dez anos e porteriormente estudou em Lisboa, onde se fixou após o casamento.
               Iniciou um curso de Filologia Clássica na Faculdade de Letras de Lisboa, que não chegou a terminar. Colaborou em revistas literárias.
               A sua obra abrange a poesia, o conto, sobretudo infantil, o ensaio e a tradução. Se o seu encontro com a literatura infantil se deve, inicialmente, à escrita de contos destinados aos cinco filhos, já o encontro com a poesia aconteceu na sua infância. Aos três anos, uma criada ensinou-lhe a «Nau Catrineta» e, antes de saber ler, aprendeu de cor versos de Camões e Antero.
                No seu mundo poético, Sophia alia ao fascínio pelo mar, pela terra, pela casa familiar e da infância, a denúncia de uma realidade social adversa. Aliás a sua intervenção cívica e social não se tem limitado à literatura, já que foi, durante o fascismo, sócia fundadora da «Comissão Nacional de Socorro aos Presos Políticos» e, depois do 25 de Abril, deputada à Assembleia Constituinte pelo Partido Socialista.
                   Muitas gerações de jovens leitores conhecem-na através dos seus contos.
                 Recebeu, entre outros, os prémios: «Grande Prémio de Poesia da Sociedade Portuguesa de Escritores» em 1977 e o «Prémio 50 Anos de Vida Literária» em 1993, atribuído pela Associação Portuguesa de Escritores. Foi também condecorada pelo governo italiano, pela sua tradução do Purgatório de Dante. Em 1999 foi galardoada com o «Prémio Camões». O mais prestigiado prémio de língua portuguesa. Em 2003 ganha o “Prémio Rainha Sofia de Poesia Iberoamericana”, atribuído pelo Património Espanha e pela Universidade de Salamanca.
Morreu em Lisboa em 2004, já lá vão 7 anos.
Coligido por Nuno Costa, em 14 de Março de 2011

quinta-feira, 3 de março de 2011


                 Vento
O vento a soprar no céu 
A nuvem que o céu escolheu
O vento a beijar no mar
A onda que o mar lhe deu
O vento a varrer no chão
A folha que ali caiu
O vento a fazer festas
E a enrolar o cabelo
Daquele menino sozinho
Que olhou para mim e sorriu.
        
         O que faz o vento. (seguir a mesma cor). O vento:
Sopra                     A folha                      No mar
Beija                      A nuvem                   Do menino
Varre                     A onda                      No céu
Enrola                   O cabelo                    No chão
 Trabalho de Sónia Ferreira

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

A cura para os benfiquistas

Clínica Benfiquista
A partir de agora alguns adeptos do Benfica poderão passar a recuperar das suas doenças num autêntico santuário encarnado.

A "Suite Benfica", no Hospital dos Lusíadas, em Lisboa, recebe sócios do clube da Luz e pretende minorar o sofrimento destes, num ambiente que remete para as grandes conquistas da instituição.
A "Suite Benfica" foi ontem inaugurada e contou com a presença de Luís Filipe Vieira. Na ocasião, o presidente dos encarnados assinou um protocolo com o grupo HHP Saúde, passando o clube a beneficiar de um maior número de infra-estruturas e não apenas da Clínica Benfica.

O quarto 220 tem fotografias de alguns dos jogadores mais carismáticos do actual plantel. Katsouranis, Moreira, Luisão e Nuno Gomes, têm imagens na parede, mesmo por cima da cama.

E até os lençóis têm uma inscrição a dizer "Benfica". Como não poderia deixar de ser, também há uma alusão à maior figura da história do clube. Eusébio da Silva Ferreira tem uma secção própria, com várias fotografias.

Mas não é só: a televisão do quarto tem acesso ao Canal Benfica, existe um roupão com as cores e o emblema do clube e leitura especializada à disposição: a revista "Mística" e o "Jornal Benfica".

Luís Filipe Vieira, mostrou-se satisfeito com esta iniciativa. "Trata-se de um projecto inovador, que tem a ver com o conceito Benfica Saúde (…) e destina-se a todos os nossos sócios".

José Miguel Boquinhas, administrador do Hospital dos Lusíadas, congratulou-se com o facto de esta parceria "trazer novas valências para os que recorram aos serviços da unidade hospital e deu as Boas Vindas a todos os sócios e adeptos do Benfica.
Coligido por Marlene Carvalho

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

O meu clube

F C PORTO
                                                     
F.C. PORTO A VENCER DESDE 1893
História
Em Setembro de 1893 nascia um F.C. Porto activo e dinâmico. António Nicolau d'Almeida, desportista por excelência e exímio comerciante de Vinho do Porto, convidou, na qualidade de presidente do clube, o F.C. Lisbonense para um jogo de futebol. Ficava na história a primeira aparição azul e branca. Nos livros, em páginas amarelecidas pelo tempo, este é o registo mais antigo da actividade portista.
Os anos seguintes foram de entusiasmo crescente. José Monteiro da Costa quis juntar o diverso trabalho da comunidade desportiva portuense, mas também com forte representação de Inglaterra, berço do jogo que passaria a encantar a cidade. O impulso inglês levou mesmo a que extinguisse o Grupo Recreativo «O Destino», que presidia, em favor do F.C. Porto.
Os fundadores, os obreiros, homens verdadeiramente decididos a criar algo que orgulhasse as gerações vindouras, escolheram o azul e o branco para cores do clube. Apostavam na tranquilidade e na pureza e mantinham-se fiéis aos princípios cultural e desportivo. Num plano mais abrangente, criam que podiam representar um país que então tinha os mesmos tons no estandarte.
O F.C. Porto assumia agora uma vocação nacional e universal. No primeiro emblema,  destacava-se uma bola de futebol com as iniciais F.C.P. à qual, 20 anos depois, seria sobreposto o brasão da cidade. O clube era agora um símbolo que começava a incitar paixões. Em 1948, a vitória por 3-2 sobre o Arsenal de Londres, na época a melhor equipa do mundo, é uma prova cabal das potencialidades que os portistas rapidamente atingiram. No ano das bodas de ouro do futebol nacional, o clube mais cativante de um país que nos serviu de modelo no popular desporto, rendeu-se à supremacia azul e branca. O F.C. Porto passava a impulsionar todo o desporto português.
Década de ouro
Ano após ano, conquista após conquista, o FC Porto foi ganhando fôlego. Tornou-se grande, não só na ambição, mas também nas potencialidades desportivas. Somou títulos e surpreendeu o país e o Mundo. A década de 80 foi talvez a mais memorável. Em 1987 e 1988, a Taça dos Campeões, a Taça Intercontinental e a Supertaça Europeia, feitos impressionantes, provas evidentes de uma filosofia especial. Alguns anos mais tarde, o Penta, façanha única em Portugal. A história tinha agora um lugar especial para o clube.
Hoje em dia, o Mundo mudou e Portugal evoluiu. As realidades desportivas são outras, as SAD's passaram a ser quase uma imposição de um mercado muito competitivo. O clube continua a representar a sua região e a servir de baluarte para os seus legítimos interesses, mas tende a espalhar a sua filosofia de simplicidade responsável e ambiciosa a todos os portugueses espalhados pelos cinco continentes. Homens como Nicolau d'Almeida e Monteiro da Costa, onde quer que se encontrem, estarão, por certo, muito orgulhosos da força que o seu esboço de F.C. Porto alcançou.
O Centro de Treinos e Formação Desportiva Porto/Gaia e o Estádio do Dragão
 colocam o clube em patamares de vanguarda difíceis de igualar. A trabalhar em condições únicas e modernas, a respeitar integralmente o seu passado, o F.C. Porto redobra a sua pujança. Títulos como a Taça UEFA de 2002/03, a UEFA Champions League de 2003/04 e a Taça Intercontinental 2004 provam esta realidade inequívoca.
Modalidades
O F.C. Porto é grande em todas as modalidades que pratica. O palmarés fala por si e basta uma constatação simples para destacar a abrangência do azul e branco: O Dragão luta por títulos em hóquei em patins, basquetebol e andebol. O bilhar, a natação, o atletismo, o desporto adaptado, os desportos motorizados, o boxe, o campismo, o xadrez, a pesca, o carate e o halterofilismo também contribuem para o sucesso do clube.

ESTÁDIO DO DRAGÃO



A realização do Euro 2004 proporcionou o surgimento do Dragão, estádio moderno e funcional, da autoria do arquitecto Manuel Salgado, nasceu, localizado um pouco abaixo do velhinho estádio das Antas. Com capacidade para 50.399 espectadores, dotado de valências únicas que, enriquecidas pela colocação de espaços verdes e pela reestruturação das vias anexas ao complexo desportivo, residencial e comercial, materializam uma nova centralidade na cidade do Porto, o Dragão afirma-se como ponto de referência desportivo e cultural da cidade e da região. A cerimónia inaugural ocorreu a 16 de Novembro de 2003, com o encontro particular entre o FC Porto e o convidado de honra Barcelona, que terminou com vitória azul e branca por 2-0. Posteriormente, o Estádio do Dragão acolheu o jogo de abertura do Euro 2004.


ESTÁDIO DAS ANTAS


Inaugurado em Maio de 1952, o Estádio das Antas, obra dos arquitectos Oldemiro Carneiro e Aires de Sá, foi durante mais de meio século um monumento de referência da cidade e da região. Cresceu com o tempo e implantou-se em definitivo na zona que lhe ofereceu o epíteto, já que a sua designação oficial era Estádio do Futebol Clube do Porto. Com o passar do tempo, mudou de aparência várias vezes, ganhando lugares e uma arquibancada, tal como o relvado rebaixado, e a zona envolvente dotou-se de campos de treino, pavilhões gimnodesportivos, piscina coberta, uma Sala de Bingo e, posteriormente, de uma renovada e ampliada área administrativa, que se instalou na emblemática Torre das Antas.
Campo da rainha

No dealbar do século XX, o Campo da Rua da Rainha, foi o recinto onde jogou o FC Porto. O líder azul e branco deu forma a uma iniciativa pioneira no país, arrelvando um rectângulo com as medidas oficiais de jogo, ladeado por fileiras de bancos de tijolo que podiam acomodar cerca de seiscentos espectadores. As instalações comportavam ainda um vestiário, um balneário com três chuveiros e dois lavatórios, um bufete, um ginásio exterior e uma majestosa tribuna destinada aos convidados de honra. Inaugurado com solenidade num jogo de demonstração entre o FC Porto e os ingleses do The Boavista Footballers.

Trabalho de investigação e compilação da Sónia 
 

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Poesia

Em não tenho vistas largas
Nem grande sabedoria
Mas dão-me as horas amargas
Lições de Filosofia.
António Aleixo

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

O meu passatempo

A  APITIL
A Associação Pela Infância e Terceira Idade de Lamego, é muito importante porque ajuda os que mais precisam, os pequeninos e os idosos.
Eu sou uma utente e vou contar a minha experiência:

Já frequento à APITIL há mais de uma dúzia de anos. Algumas vezes vou de manhã e fico lá todo o dia, só regresso a casa por volta das 5 horas. Dessas vezes almoço lá. Das outras vezes vou de tarde, para conversar com os amigos e jogar as cartas. Costumo jogar a sueca para desenvolver a cabeça.
Conheci lá bons amigos de que não me vou esquecer.
Já fiz muitos passeios organizados pela APITIL: a Mirandela, a Albufeira, a Espanha, ao Luso e passar férias na praia da Apúlia, etc.
Também participei em muitas festividades, como: Festa de Natal, de carnaval, já fui rainha de carnaval, também já fui muitas vezes no comboio, para me divertir com os meus amigos e amigas.
Já participei no jogo do boccia, na equipa de APITIL e fui muitas vezes campeã.
Ando muito feliz e estou eternamente grata a todos os utentes, funcionárias e colaboradores da Apitil.
Muito obrigada
Lamego, 18 de Fevereiro de 2011
Maria da Conceição